Medicina alternativa na luta contra o Câncer

O diagnóstico positivo, independente do tipo de tumor, é sempre um choque para quem recebe a notícia. Familiares, amigos… Todas as pessoas que, de alguma forma, fazem parte da vida do paciente passam a sofrer junto com ele.

Então, a partir deste ponto, a única prioridade é se recuperar da doença. Qualquer procedimento que possa ajudar será considerado.

E é aqui que entra em cena a medicina alternativa.

Mas o que esperar dos métodos não convencionais?

O que se sabe até agora é que os pacientes que adotam a medicina alternativa tem mais que duas vezes a probabilidade de morrer. Essa projeção é baseada nos cinco anos de vida imediatamente posteriores ao tratamento não convencional.

pesquisa, que foi elaborada pela Escola de Medicina de Yale, nos EUA, revela que 78% das pessoas que receberam o tratamento convencional sobreviveram por, pelo menos, cinco anos – em comparação com apenas 55% das pessoas que receberam tratamento alternativo.

A diferença maior está nas ocorrências do câncer de mama, onde as pessoas que escolheram terapias alternativas têm cinco vezes mais chances de morrer dentro de cinco anos do que aquelas que escolheram tratamentos convencionais.

Não se sabe, porém, se outros fatores podem ter afetado as chances de sobrevivência dessas pessoas, bem como a escolha do tratamento. No entanto, o tipo de intervenção parece ser a explicação mais provável.

Há relatos de que alguns pacientes experimentaram melhoras consideráveis quando escolheram um caminho alternativo de terapia. Algumas pessoas disseram que a acupuntura ajuda a lidar melhor com os efeitos colaterais da quimioterapia, por exemplo.

É importante chamar atenção, porém, sobre a decisão de prosseguir com qualquer intervenção paralela ao tratamento inicialmente recomendado. O alerta é para que essa decisão seja comunicada, imediatamente, ao médico responsável.

Isso não quer dizer que haverá proibições. Mas em posse desse tipo de informação, o médico terá condições de aconselhar o que cabe e o que não cabe como complementaridade ao tratamento principal.

Como a pesquisa foi elaborada

Esse foi um estudo de controle de caso observacional. E o que isso significa?

Significa que pesquisadores separaram os casos em dois grupos. O primeiro foi composto por pessoas com câncer e que optaram por usar terapias alternativas.

O segundo com pacientes que escolheram tratamentos convencionais. Ambos foram combinados com base na idade, sexo, dados demográficos e o tipo de câncer.

No total, foram encontradas 281 pessoas que correspondiam aos critérios e que optaram apenas pela terapia alternativa. Destes, 280 foram pareados com 560 pessoas que tinham o mesmo tipo de câncer, porém, haviam optado pelos tratamentos convencionais.

Em seguida os cientistas buscaram a quantidade de pessoas que viveram por pelo menos cinco anos, comparando aqueles que escolheram terapias alternativas com os que optaram por tratamentos convencionais.

Resultado

O estudo concluiu que as pessoas possuem 2,5 vezes mais chances de viver por pelo menos cinco anos, em um cenário que elas escolhem o tratamento convencional.

Em números, enquanto 78,3% das pessoas que recebem tratamento convencional contra o câncer vivem por pelo menos cinco anos, apenas 54,7% das pessoas que optam por terapias alternativas vivem pelo mesmo período.

Por outro lado, durante o levantamento, o tipo de câncer acabou fazendo a diferença. Isto se deu, especialmente, porque alguns tipos de tumor podem levar o paciente a óbito mais rapidamente. Podemos observar nos resultados do câncer de mama que:

  • 86,6% das pessoas que escolheram tratamento convencional para câncer de mama viveram pelo menos cinco anos
  • 58,1% das pessoas que escolheram terapias alternativas para câncer de mama viveram pelo menos cinco anos

Ainda sobre o câncer de mama, as pessoas têm 5,68 mais chances de viver pelo menos cinco anos se tiverem um tratamento convencional.

Já para o câncer de próstata, não houve diferença se as pessoas optaram pelo tratamento convencional (91,5% viviam por pelo menos cinco anos) ou tratamento alternativo (86,2% viviam há pelo menos cinco anos).

Provavelmente porque o câncer de próstata se desenvolve muito lentamente nos estágios iniciais, o que resulta em um menor número de vítimas fatais.

Conclusão

Quando confrontadas com um diagnóstico de câncer, é raro que as pessoas ignorem por completo o tratamento convencional.

Mais frequentemente as pessoas optam por adicionar terapias complementares, como a acupuntura e o tai chi.

Essas terapias podem ajudar alguns pacientes, mas nunca devem ser prioridade à soluções como quimioterapia, cirurgia e radioterapia. A prevenção continua sendo o melhor “tratamento” que qualquer pessoa pode ter.

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